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Psicóloga & Psicanalista · Atibaia, SP

Há coisas que só ficam claras quando são ditas.

Atendimento em psicologia e psicanálise para adultos e casais. Um espaço reservado para você falar do que vem se repetindo — e entender o que isso está tentando dizer.

Ellen Andreuccetti, psicóloga e psicanalista, em seu consultório
Ellen Andreuccetti · CRP 06/167261
Presencial em Atibaia Online em todo o Brasil Sessões de 50 minutos Adultos e casais
A pressa quer que você funcione. A análise pergunta o que você deseja.

Na leitura de Gabor Maté

O trauma mora menos no que aconteceu e mais na marca que ficou — e em tudo o que você precisou virar para sobreviver a ela.

Na leitura de Ana Suy

O amor não vem preencher a falta. Ele a torna habitável — e, às vezes, fecunda. Nomear o que falta já é começar a sair do lugar.

50′por sessão
Ellen Andreuccetti sentada, com um livro nas mãos
Retrato aproximado de Ellen Andreuccetti

Quem escuta

Ellen Andreuccetti

Escutar é um trabalho. Não é concordar com tudo, nem dar conselhos prontos: é sustentar com você o tempo necessário para que uma frase nova apareça — aquela que muda o modo como você se vê.

Atendo adultos e casais que chegam cansados de repetir o mesmo enredo: a mesma discussão, a mesma ansiedade antes de dormir, a mesma sensação de estar cumprindo uma vida em vez de vivê-la. O meu trabalho é ajudar você a ouvir o que já vinha dizendo sem perceber.

Trabalho na interface entre a psicologia clínica e a psicanálise: acolhimento no primeiro contato, método no percurso. Sem promessas de fórmula rápida — e com respeito pelo seu tempo.

RegistroPsicóloga clínica · CRP 06/167261
FormaçãoPsicologia e formação em Psicanálise
AtendimentoAdultos e casais · presencial e online
TemasRelações, ansiedade, traumas, luto, autoconhecimento
Corredor de biblioteca, com estantes altas de livros

Método

Conhecimento inspira escolhas melhores.

Abordagem

Três compromissos que sustentam cada sessão.

i

Escuta sem pressa

Você não precisa chegar organizado. Pode começar pelo meio, pelo que parece bobagem, pelo que ainda não tem nome. O tempo da sessão é seu.

ii

A palavra como método

Na psicanálise, falar não é desabafar: é trabalhar. Aquilo que se repete no seu relato costuma indicar onde algo pede revisão — e é ali que a gente se demora.

iii

Sigilo e ética

O que se fala aqui fica aqui. Sigilo profissional garantido pelo Código de Ética do psicólogo, tanto no consultório quanto no atendimento online.

Ellen refletindo à mesa do consultório, com uma caneca de cerâmica ao lado

Como começa

Do primeiro contato à primeira sessão.

01

Primeiro contato

Você escreve pelo WhatsApp contando, em poucas linhas, o que está buscando. Eu respondo pessoalmente com os horários disponíveis, o valor da sessão e a modalidade — presencial em Atibaia ou online.

02

Sessão inicial

Um encontro de 50 minutos para você falar e eu entender o que está em jogo. No fim, conversamos sobre uma proposta de trabalho: frequência, foco e o que esperar. Sem compromisso de continuidade.

03

O percurso

Normalmente uma sessão por semana, em horário fixo. A regularidade é o que permite que o trabalho ganhe profundidade — e é também o que faz a diferença entre alívio momentâneo e mudança que se sustenta.

Duas poltronas no consultório, prontas para uma sessão de casal

Área de atendimento · 1 de 3

Terapia de casal

Quando a conversa virou disputa e o silêncio virou rotina. Um terceiro lugar onde os dois podem ser ouvidos sem tribunal.

Ler sobre terapia de casal →
Caminho arborizado, tranquilo, sugerindo respiro

Área de atendimento · 2 de 3

Ansiedade

O corpo em alerta permanente, a cabeça adiantada em três cenários. Entender o que a ansiedade protege é o começo de baixar o volume.

Ler sobre ansiedade →
Ellen escrevendo à mesa do consultório

Área de atendimento · 3 de 3

Traumas

Nem todo trauma é um episódio extraordinário. Muitas vezes é o que se repetiu por anos — e ainda organiza suas reações hoje.

Ler sobre traumas →
Ellen recebendo na porta do consultório, com um gesto de boas-vindas

Bem-vindo(a)

Aqui você pode ser você.

Atendimento presencial

O consultório, em Atibaia.

Sala ampla, luz natural e um jardim do lado de fora. Um lugar pensado para que a primeira coisa que aconteça com você aqui seja respirar mais devagar.

Endereço
Rua Juca Peçanha, 1417
Atibaia — São Paulo
Horários
Segunda a sexta, das 8h às 20h
Sábados sob agendamento
Como chegar
Bairro residencial tranquilo, com estacionamento na rua. Cerca de 10 minutos do centro de Atibaia.
Online
Para quem está fora de Atibaia, atendo por vídeo em plataforma segura, com a mesma frequência e o mesmo sigilo.
Rua Juca Peçanha, 1417
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Instagram

Reflexões entre uma sessão e outra.

Seguir @psicologiacetti
Publicação do Instagram de Ellen Andreuccetti Publicação do Instagram de Ellen Andreuccetti Publicação do Instagram de Ellen Andreuccetti Publicação do Instagram de Ellen Andreuccetti Publicação do Instagram de Ellen Andreuccetti Publicação do Instagram de Ellen Andreuccetti

Avaliações no Google

Quem já sentou nessa poltrona.

5,0

Avaliações verificadas no Perfil da Empresa

Saí da primeira sessão com a sensação de ter sido ouvida de verdade, sem pressa e sem julgamento. A Ellen tem uma escuta rara.

M Marina L.

Chegamos como casal sem conseguir conversar dez minutos sem briga. Hoje conseguimos falar sobre o que dói. Fez diferença.

R Rafael e Bia

A ansiedade não desapareceu por mágica, mas entendi de onde ela vem. Isso mudou completamente a forma como lido com ela.

C Carolina S.

Primeiro passo

Você não precisa saber explicar ainda.

Se algo aí dentro está pedindo espaço, comece por uma mensagem. Eu respondo pessoalmente e a gente vê, juntos, se faz sentido começar.

Início / Terapia de casal

Terapia de casal em Atibaia e online

Para quem já não discute o assunto, discute a relação. Um espaço onde os dois podem falar — e, principalmente, ser ouvidos.

Consultório preparado para atendimento de casal, com duas poltronas

Quando procurar terapia de casal

Quase ninguém marca a primeira sessão no dia da primeira briga. A maioria dos casais chega depois de meses — às vezes anos — tentando resolver sozinhos algo que já virou um jeito de conviver.

Isso não é fracasso, é o normal. O problema é que, nesse tempo, a conversa costuma se transformar num sistema fechado: cada um já sabe o que o outro vai dizer, já tem a resposta pronta antes da frase terminar, e o assunto real fica sempre do lado de fora. A terapia de casal serve exatamente para abrir esse sistema — introduzir um terceiro que não está do lado de ninguém, mas do lado do vínculo.

Sinais frequentes de que é hora

  • As mesmas discussões voltam com roteiro decorado, mudando só o motivo aparente.
  • O silêncio deixou de ser descanso e virou estratégia para evitar conflito.
  • Aconteceu uma quebra de confiança — uma traição, uma mentira, uma decisão tomada sozinha.
  • A vida sexual mudou e ninguém consegue falar sobre isso sem que alguém se sinta acusado.
  • Chegou um filho, uma mudança, uma doença, um luto — e vocês não se reencontraram depois.
  • Um dos dois está pensando em terminar e quer entender antes de decidir.
Casal em crise raramente tem falta de amor. Tem falta de tradução.

Como funciona na prática

As sessões são semanais, de 50 minutos, com os dois presentes. Em alguns momentos do percurso pode fazer sentido uma sessão individual com cada um — sempre combinada abertamente, nunca como espaço para segredos ou alianças. Nada do que é dito a sós volta para a sessão conjunta sem consentimento.

Meu papel não é apontar quem está certo. É devolver a vocês o que está sendo dito, inclusive o que é dito sem palavras: o tom, a interrupção, o assunto que muda sempre na mesma hora. É comum que, nas primeiras semanas, um dos dois descubra que não sabia o que o outro sentia — não porque nunca foi falado, mas porque nunca houve condição de escutar.

Ambiente de recepção acolhedor do consultórioEscuta · Acolhe · Orienta · Transforma

O que a terapia de casal não é

Não é um tribunal com juiz. Não é um lugar para produzir provas nem para arrancar uma promessa de mudança. E não é uma garantia de que o casamento continua: em alguns casos, o trabalho ajuda a separar com menos destruição — o que, para uma família com filhos, muitas vezes é o resultado mais cuidadoso possível. O compromisso é com a verdade do vínculo, não com um final pré-definido.

Casal e psicanálise

Cada pessoa entra na relação com uma história anterior: o modo como aprendeu a ser amada, o que ficou faltando, o que aprendeu a não pedir. Muitas das brigas de hoje são conversas antigas acontecendo com a pessoa errada. Trazer isso à luz não serve para culpar a infância de ninguém — serve para que vocês parem de repetir, no presente, um roteiro que não escreveram.

Como escreve Ana Suy, o amor não vem tapar um buraco: ele torna a falta suportável e, quando dá certo, criativa. Um casal que consegue falar do que falta em vez de exigir que o outro resolva costuma descobrir um jeito novo de estar junto.

Perguntas frequentes

Meu parceiro não quer vir. Faz sentido eu ir sozinha?
Sim. Muita coisa da relação pode ser trabalhada individualmente — inclusive a sua parte no ciclo que se repete. É comum que, com o tempo, a mudança de um mova o outro. E, se a vinda dele acontecer depois, ótimo.
Quantas sessões são necessárias?
Não existe número fixo. Alguns casais chegam com uma questão delimitada e trabalham por alguns meses; outros seguem por mais tempo. Costumo propor uma revisão do percurso a cada poucos meses, para que a decisão de continuar seja sempre de vocês.
Vocês atendem casal online?
Sim, inclusive quando os dois estão em cidades diferentes. O requisito é que cada um esteja em um ambiente reservado, com boa conexão, sem outras pessoas por perto.
Houve traição. Ainda dá para tentar?
Dá — e a terapia é um dos lugares onde essa conversa consegue acontecer sem virar interrogatório. O trabalho não é decidir por vocês se a relação continua, mas construir condições para que essa escolha seja feita com clareza, e não só na dor.
O que se fala fica em sigilo?
Sim. O sigilo profissional é garantido pelo Código de Ética do psicólogo e vale para os dois, no presencial e no online.
Ellen AndreuccettiPsicóloga & Psicanalista · CRP 06/167261 · Atibaia, SP

Início / Ansiedade

Tratamento para ansiedade em Atibaia e online

Quando o corpo vive em alerta e a cabeça já está três cenários adiante. Entender o que a ansiedade protege é o primeiro passo para baixar o volume.

Caminho arborizado e tranquilo, sugerindo respiro

A ansiedade não é o inimigo

Ansiedade é uma função — a que nos prepara para o que ainda não aconteceu. O problema começa quando ela deixa de ser um alarme e passa a ser trilha sonora: liga sozinha, não desliga, e você já não sabe mais o que estava tentando avisar.

Quem convive com isso costuma ser muito competente em seguir em frente. Trabalha, cumpre, entrega, cuida dos outros. Só que faz tudo isso com um motor acelerado, e o preço aparece no corpo antes de aparecer na consciência.

Como ela se manifesta

  • Sono que não descansa: você dorme, mas acorda como se tivesse trabalhado a noite toda.
  • Aperto no peito, respiração curta, taquicardia, tensão nos ombros e no maxilar, estômago fechado.
  • Pensamento em espiral: ensaiar conversas que não aconteceram, revisar conversas que já passaram.
  • Irritação de gatilho curto, dificuldade de concentração, sensação de estar sempre atrasada.
  • Evitação: adiar ligações, faltar em encontros, não iniciar o que poderia dar errado.
  • Crises de ansiedade com sensação de perda de controle ou de morte iminente.

Sintomas assim merecem também avaliação clínica — vale descartar causas físicas com um médico. Feito isso, a pergunta muda: em vez de só como fazer isso parar, passa a ser o que isso está tentando me dizer.

A ansiedade costuma ser a conta de uma vida vivida em pressa emprestada.

O que a psicanálise faz com a ansiedade

Técnicas de respiração e regulação ajudam no momento agudo, e eu não sou contra nenhuma delas. Mas se o alarme volta sempre no mesmo ponto, é porque há algo ali que não pôde ser dito. A escuta analítica trabalha nesse ponto: onde a angústia se instala, o que ela evita que você saiba, que exigência você está tentando cumprir e de quem é essa exigência, afinal.

Na prática, isso significa observar o que se repete — o mesmo tipo de relação, o mesmo medo de decepcionar, a mesma antecipação de catástrofe — e ir dando nome. Nomear não elimina a angústia por decreto, mas transforma o que era um estado difuso e sem forma em algo que se pode pensar, e sobre o qual se pode decidir.

Ellen refletindo à mesa do consultórioPausa · Respiro · Recomeço

Gabor Maté insiste em um ponto que se confirma na clínica: sintomas assim raramente são defeito de fabricação. São adaptações. Alguém aprendeu, muito cedo, que ficar em alerta era a forma mais segura de ser aceito ou de não ser surpreendido. Fazia sentido então. Hoje cobra caro.

O que esperar do percurso

Costumo trabalhar com uma sessão semanal, em horário fixo. Nas primeiras semanas, o objetivo é entender o mapa: quando a ansiedade aparece, com quem, em torno de quê. Muita gente relata algum alívio já nesse período — não porque o sintoma sumiu, mas porque deixou de ser um monstro sem nome.

Depois, o trabalho se aprofunda: as histórias por trás dos gatilhos, as escolhas que vêm sendo feitas por medo, os limites que nunca foram ditos. É aí que a mudança começa a se sustentar sem exigir vigilância constante.

Perguntas frequentes

Terapia para ansiedade funciona sem medicação?
Em muitos casos, sim. Em outros, a combinação com acompanhamento psiquiátrico é o caminho mais seguro e mais rápido — especialmente quando o sintoma está prejudicando sono, trabalho ou alimentação. Quem prescreve é o médico; se fizer sentido, indico e trabalhamos em conjunto.
Em quanto tempo sinto diferença?
Varia. É comum haver algum alívio nas primeiras semanas, pelo simples fato de ter um lugar para colocar aquilo. A mudança mais estrutural — a que não depende de esforço permanente — leva mais tempo, e depende da regularidade do trabalho.
Tenho crises de pânico. É o mesmo assunto?
A crise de pânico é uma expressão aguda da angústia, com forte componente corporal. Ela pede cuidado imediato e também investigação do que vinha antes dela. Trabalho com as duas frentes.
Atende online?
Sim, por vídeo em plataforma segura, com o mesmo formato e sigilo do presencial. Basta um ambiente reservado e uma conexão estável.
Ellen AndreuccettiPsicóloga & Psicanalista · CRP 06/167261 · Atibaia, SP

Início / Traumas

Terapia para traumas em Atibaia e online

Nem todo trauma é um acontecimento extraordinário. Muitas vezes é o que se repetiu por anos, em silêncio — e que ainda organiza suas reações hoje.

Ellen escrevendo em seu caderno de anotações no consultório

O que fica quando o acontecimento passa

Existe uma ideia bastante difundida de que trauma é sinônimo de catástrofe: acidente, violência, perda súbita. Isso é trauma, sem dúvida. Mas na clínica aparece com muito mais frequência outra coisa: o efeito de anos de pequenas experiências repetidas, nas quais alguém aprendeu que não podia contar com ninguém, que sentir era arriscado, ou que precisava ser útil para ser amado.

Gabor Maté formula isso de um modo que ajuda: o trauma não é tanto o que aconteceu com você, e sim o que ficou dentro de você depois — e o que você precisou se tornar para atravessar aquilo. Uma criança que precisou escolher entre ser autêntica e manter o vínculo quase sempre escolhe o vínculo. Faz sentido. E depois carrega essa escolha por décadas, sem saber que a fez.

Como o trauma aparece na vida adulta

  • Reações desproporcionais a situações pequenas — e vergonha delas depois.
  • Corpo em estado de alerta: sobressaltos, hipervigilância, dificuldade de relaxar de verdade.
  • Dificuldade de confiar, ou o oposto: entregar-se rápido demais a quem repete o padrão antigo.
  • Sensação de desconexão, de estar assistindo à própria vida de fora.
  • Culpa e autocrítica severas, com um discurso interno que ninguém aceitaria de outra pessoa.
  • Relações que reencenam a mesma cena de origem, com pessoas diferentes.
  • Uso de trabalho, comida, álcool, telas ou outras compulsões para não sentir.
O sintoma não é o defeito. É a solução que sobrou na época — e que hoje custa caro.

Como trabalho traumas na clínica

O primeiro compromisso é o ritmo. Não existe benefício em obrigar alguém a relatar em detalhes o que ainda não tem estrutura para sustentar; revisitar o episódio sem preparo pode retraumatizar. Então começamos pelo presente: o que se repete, onde o corpo reage, o que ficou impossível de fazer. Só depois, e no tempo que for necessário, a história vai ganhando palavras.

O que a psicanálise oferece aqui é a possibilidade de dar forma ao que ficou sem forma. Aquilo que não pôde ser dito na época costuma continuar operando de outro modo — no corpo, na escolha do parceiro, no medo que não tem endereço. Quando ganha palavra, deixa de reger em silêncio. Não é apagar o passado: é fazer com que ele pare de decidir seu presente.

Corredor de biblioteca, atmosfera de estudo e reflexãoPessoas · Ideias · Histórias · Transformações

Também importa reconhecer o que foi aprendido. Muitas dessas defesas salvaram você. A questão não é abandoná-las com culpa, e sim descobrir que hoje existem outras opções — e que você já não é a criança que precisava daquilo.

Luto, perdas e mudanças abruptas

Perdas também pedem escuta, mesmo sem serem traumáticas no sentido clínico. Morte de alguém próximo, fim de casamento, demissão, diagnóstico, mudança de cidade. Em todas há um trabalho de reorganização interna que a pressa social não respeita: em duas semanas já se espera que você esteja bem. Não é assim que funciona. Ter um lugar para atravessar isso sem performance é, muitas vezes, o que evita que a perda se torne sintoma.

Perguntas frequentes

Vou ter que contar tudo na primeira sessão?
Não. Você conta o que quiser, no ritmo que puder. Meu trabalho inclui cuidar para que isso não se transforme em uma exposição que deixe você pior ao sair. O que precisa esperar, espera.
Não tenho um trauma grande. Meu caso conta?
Conta. É muito comum ouvir que não foi nada demais e, ao mesmo tempo, ver os efeitos disso na vida presente. A gravidade não se mede pelo tamanho do episódio, e sim pela marca que deixou.
Psicanálise só fala do passado?
Não. O trabalho acontece no presente — no que você sente aqui, agora, inclusive na relação com a analista. O passado entra quando ajuda a entender o que se repete, não como arquivo a ser catalogado.
Terapia para trauma funciona online?
Sim, desde que você tenha um espaço reservado e se sinta seguro nele. Em alguns casos, especialmente no início, o presencial pode oferecer mais continência — conversamos sobre isso na sessão inicial.
Ellen AndreuccettiPsicóloga & Psicanalista · CRP 06/167261 · Atibaia, SP